terça-feira, 27 de novembro de 2012

Bye bye, amor?


“Eu nunca mais vou me apaixonar”, disse a moça no elevador do serviço. Essa á uma frase que eu escuto, pelo menos, uma vez ao dia, isso quando não parte de mim mesma ou de uma amiga. Em toda rodinha de mulheres a discussão é a mesma: homens. As dúvidas, os medos, as inseguranças, as brigas, os desejos, a falta deles.

Encontrar um homem, que seja companheiro, amigo, fiel, quimicamente compatível, compreensivo, entre outras coisas, é realmente muito bom. Mas por que a natureza feminina exige que esta figura esteja sempre presente em sua vida, mesmo que isso implique em abrir mão de algumas dessas qualidades e traga sofrimento?

Todo mundo tem defeitos, claro, mas o pior defeito de uma mulher é não saber se valorizar. Deixar que, em nome de um “amor”, sua própria vida se ofusque, seus desejos, suas ambições, suas ideias e ideais. Aí, um belo dia, o cara cai fora, porque, obviamente, estava longe de ser o cara perfeito, aquele que essa mulher merece. O que ela faz? Culpa o amor, diz que não vai mais se apaixonar.

O que nós, mulheres, precisamos entender é que a primeira e única paixão que devemos ter acima de tudo é por nós mesmas. Qualquer coisa que possa nos prejudicar deve passar longe. O amor de um homem tem que agregar, e não se tornar uma obrigação ou o principal objetivo da nossa existência.

Pode ser que você nunca encontre o cara certo, porque o certo é muito relativo. O que pode ser certo nesse momento, não é em outro. Mas de uma coisa você pode ter certeza: valorizar quem você é só irá atrair coisas boas e, consequentemente, a felicidade e pessoas que se importam realmente com você. Quer coisa melhor que isso?

Então, de agora em diante, antes de dizer que nunca mais vai se apaixonar, se ame mais e deixe o resto acontecer.

Yes, we can!